Years and years driving like a crazy!
Existe uma teoria bastante conceituada no nosso país que aborda uma temática que preocupa todos os condutores do mundo. Nada mais nada menos que as metamorfoses que afectam o bichinho condutor quando sai do casulo, isto é, quando tira carta, e a altura em que se transforma numa autêntica borboleta da estrada e voa a velocidades vertiginosas por esses caminhos! Esta teoria é da autoria dos dois mais conceituados teóricos do nosso país que são nada mais nada menos que os autores deste maravilhoso artigo.
No seu livro, Years and Years driving like a crazy, os autores acreditam que os condutores passam por 3 fases:
Primeira fase ou do bichinho condutor – Esta compreende o primeiro mês de carta. Esta fase caracteriza-se pelo respeito divinal que estes condutores têm por tudo quanto é limite de velocidade, sinais de trânsito, traços contínuos e condutores. Não fazem ultrapassagens depravadas nem estacionam em sítios onde é proibido! Aliás, o primeiro estacionamento demora em média mais que 30 minutos. Portanto, é normal que fique bem estacionado! É muito raro tocarem numa gota de álcool (se bebem não conduzem e se conduzem não bebem). Costumam parar sempre nas passadeiras e deixam os peões atravessar a estrada se mudam de direcção. Fazem piscas.
Segunda fase ou fase de casulo – Esta estende-se do segundo mês de carta até aos dois anos. Esta fase caracteriza-se como o nome indica por uma fase de casulo! Isto é, a pessoa acha-se a melhor. Os limites de velocidade respeitam-se unicamente quando o carro da brigada de trânsito está parado à berma da estrada, paragem esta que é devidamente assinalada pelos sinais de luzes dos outros condutores. Pode haver ainda um respeito dos limites quando existe um sinal que diz: “velocidade controlada por radar”. A buzina que antes servia para sinalizar a presença serve para descompor o indivíduo que deixou o carro ir abaixo. Estaciona-se nos sítios permitidos ou, quando não, em segunda fila e não pisam traços contínuos. Os piscas é um hábito que se perde pois todos os vícios são maus. Por norma fazem uma ultrapassagem depravada por semana.
Terceira fase ou fase de borboleta voadora – Esta começa aos dois anos de carta e vai até que o indivíduo deixe de conduzir, isto é, quando o perigo de ficar sem ela é um bocadinho menor. Os limites de velocidade baseiam-se na potência do carro (borboleta voadora) e quem sofre são os peões que nem na passadeira estão a salvo. Chama-se tudo ao indivíduo que fez asneira! Os piscas não existem, passam-se sinais vermelhos e parasse aos verdes, usam-se os mínimos nos dias de nevoeiro porque é necessário poupar energia. E permitido estacionar-se em todo o lado desde que se ligue os quatro piscas. As curvas são todas feitas fora de mão. As ultrapassagens perigosas são extremamente frequentes! Rebentam-se borbulhas ao retrovisor enquanto se vai a 120 Km/h. Quem disse que a beleza não interessa?
São estas as fases pelas quais um condutor passa ao longo dos anos de carta! Os autores acreditam que estas fases são maleáveis e que a maioria das pessoas adora a última delas. Estudos recentes revelam que a primeira fase é a menos perigosa e que a última costuma levar às mortes! E você em qual delas se encaixa?
No seu livro, Years and Years driving like a crazy, os autores acreditam que os condutores passam por 3 fases:
Primeira fase ou do bichinho condutor – Esta compreende o primeiro mês de carta. Esta fase caracteriza-se pelo respeito divinal que estes condutores têm por tudo quanto é limite de velocidade, sinais de trânsito, traços contínuos e condutores. Não fazem ultrapassagens depravadas nem estacionam em sítios onde é proibido! Aliás, o primeiro estacionamento demora em média mais que 30 minutos. Portanto, é normal que fique bem estacionado! É muito raro tocarem numa gota de álcool (se bebem não conduzem e se conduzem não bebem). Costumam parar sempre nas passadeiras e deixam os peões atravessar a estrada se mudam de direcção. Fazem piscas.
Segunda fase ou fase de casulo – Esta estende-se do segundo mês de carta até aos dois anos. Esta fase caracteriza-se como o nome indica por uma fase de casulo! Isto é, a pessoa acha-se a melhor. Os limites de velocidade respeitam-se unicamente quando o carro da brigada de trânsito está parado à berma da estrada, paragem esta que é devidamente assinalada pelos sinais de luzes dos outros condutores. Pode haver ainda um respeito dos limites quando existe um sinal que diz: “velocidade controlada por radar”. A buzina que antes servia para sinalizar a presença serve para descompor o indivíduo que deixou o carro ir abaixo. Estaciona-se nos sítios permitidos ou, quando não, em segunda fila e não pisam traços contínuos. Os piscas é um hábito que se perde pois todos os vícios são maus. Por norma fazem uma ultrapassagem depravada por semana.
Terceira fase ou fase de borboleta voadora – Esta começa aos dois anos de carta e vai até que o indivíduo deixe de conduzir, isto é, quando o perigo de ficar sem ela é um bocadinho menor. Os limites de velocidade baseiam-se na potência do carro (borboleta voadora) e quem sofre são os peões que nem na passadeira estão a salvo. Chama-se tudo ao indivíduo que fez asneira! Os piscas não existem, passam-se sinais vermelhos e parasse aos verdes, usam-se os mínimos nos dias de nevoeiro porque é necessário poupar energia. E permitido estacionar-se em todo o lado desde que se ligue os quatro piscas. As curvas são todas feitas fora de mão. As ultrapassagens perigosas são extremamente frequentes! Rebentam-se borbulhas ao retrovisor enquanto se vai a 120 Km/h. Quem disse que a beleza não interessa?
São estas as fases pelas quais um condutor passa ao longo dos anos de carta! Os autores acreditam que estas fases são maleáveis e que a maioria das pessoas adora a última delas. Estudos recentes revelam que a primeira fase é a menos perigosa e que a última costuma levar às mortes! E você em qual delas se encaixa?
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