Relações amorosas, passado, presente,futuro
Os jogos amorosos não foram sempre como agora, desde tempos imemoriais que há uma constante evolução, monotonamente oscilante. Senão vejamos, no tempo do homem de Nehandertal as relações eram estupidamente simples de se estabalecer, não se perdia tempo em conversas (bom naquele tempo ainda não existia a linguagem...) e troca de olhares, o homem rotineiramente, agarrava na sua moca, perfumava-se com um pouco de banha de bisonte (o analogo ao Axe), catava as pulgas e saia p'ra festa, qual febre de sábado à noite. Depois de localizar a fêmea que mais lhe fazia "levantar" o ânimo, aproximava-se - e se o caro leitor pensa que era para lhe perguntar o nome desengane-se- arreava-lhe uma valente mocada, o suficiente para não "amolgar" e deixar a parceira inconsciente. Quando esta acordava na gruta do macho, como não sabia o caminho de volta (recordo aos mais desatentos, que daquela não havia GPS...) tinha de por lá ficar... E assim foi durante uns quantos milhões de anos.
Mais tarde as relações começaram a ser estabelecidas pelos pais:
"Filha tenho uma surpresa para ti!"
"Dizei meu bondoso pai."
"Vais-te casar amanhã com o filho do padeiro!"
"Mas meu pai eu não o conheço!"
"Mas filha, se o conhececes não seria surpresa!!!"
"Mas como é que ele é???"
"É um belo rapaz! Trabalhador, e calmo! Apesar de ser cocho, corcunda, e de ter peste negra! Belo rapaz! Sim senhor"
No século passado, isto começou a complicar... namoros à janela, cartinhas de amor de deixar o coração "galvanizado" - estúpidas decerto, senão não seriam cartas de amor - piropos na rua "Olha as flores também andam?? Boa mãe que tão bela filha pôs no mundo!!", e mais tarde quando o namoro era aceite pelas familias, namorava-se em casa com a mãe entre os dois pombinhos a controlar a coisa, para refriar qualquer impulso mais carnal, e com o pai da menina atrás da porta com a cacadeira de canos serrados, prontinha....
Hoje em dia é tudo mais ou menos parecido, os namoros à janela foram substuidos pelos namoros em qualquer sitio, as cartinhas de amor foram substituidas pelos emais e sms's "kurto t bues, i luv u, keres ir fzer qq coisa lgo? bjos", e os piropos são apenas feitos pelos trolhas nas obras "Ò boa!!!! papava-te toda! Anda cá minha linda!!!", e quanto aos pais hoje em dia nem sabem onde os filhos andam "Querida, então a nossa filha sempre foi a casa daquele colega fazer o trabalho de anatomia??? É uma estudiosa aquela rapariga!!!".
Bom quanto ao futuro se tiver novidades,serão aqui prontamente publicadas... ou não...
Mais tarde as relações começaram a ser estabelecidas pelos pais:
"Filha tenho uma surpresa para ti!"
"Dizei meu bondoso pai."
"Vais-te casar amanhã com o filho do padeiro!"
"Mas meu pai eu não o conheço!"
"Mas filha, se o conhececes não seria surpresa!!!"
"Mas como é que ele é???"
"É um belo rapaz! Trabalhador, e calmo! Apesar de ser cocho, corcunda, e de ter peste negra! Belo rapaz! Sim senhor"
No século passado, isto começou a complicar... namoros à janela, cartinhas de amor de deixar o coração "galvanizado" - estúpidas decerto, senão não seriam cartas de amor - piropos na rua "Olha as flores também andam?? Boa mãe que tão bela filha pôs no mundo!!", e mais tarde quando o namoro era aceite pelas familias, namorava-se em casa com a mãe entre os dois pombinhos a controlar a coisa, para refriar qualquer impulso mais carnal, e com o pai da menina atrás da porta com a cacadeira de canos serrados, prontinha....
Hoje em dia é tudo mais ou menos parecido, os namoros à janela foram substuidos pelos namoros em qualquer sitio, as cartinhas de amor foram substituidas pelos emais e sms's "kurto t bues, i luv u, keres ir fzer qq coisa lgo? bjos", e os piropos são apenas feitos pelos trolhas nas obras "Ò boa!!!! papava-te toda! Anda cá minha linda!!!", e quanto aos pais hoje em dia nem sabem onde os filhos andam "Querida, então a nossa filha sempre foi a casa daquele colega fazer o trabalho de anatomia??? É uma estudiosa aquela rapariga!!!".
Bom quanto ao futuro se tiver novidades,serão aqui prontamente publicadas... ou não...
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