sexta-feira, novembro 19, 2004

Tricot - uma dependência que martirza a sociedade

Recentemente foi dito nos meios de comunicação social, que grupos de mulheres organizavam encontros pela internet, para se encontrarem para fazer tricot em publico.
Porém este ancestral hábito das mulheres, de fazerem camisolas/cachecois/gorros de gosto e qualidade duvidosos, que depois impingiam aos seus familiares mais próximos dando origem a situações do tipo:
"Querido olha a camisola que te fiz" "Tá bem querida... mas duas mangas chegavam... não faziam falta três.... e as cores estão um bocado psicadelicas.... o que é que andas a fumar?",
encerra detalhes perigosos tais como a dependência que provoca:
"Querida importaste de parar de fazer tricot?"
"Não! Tenho de acabar esta blusa para ti! Egoista!"
"Eu sei que gostas de tricotar.... que deixes a loiça e o almoço por fazer para tricotar, até tolero!.... mas enquanto fazemos sexo, nesta posição estranha do Kamasutra?! Já é esticar a corda!!!"
Pois é caro Leitor este inocente hábito é um flagelo em muitos lares, vejamos agora o depoimento de alguém que com o apoio da familia consegui deixar esta dependência.... um depoimento comovente:
"Tudo começou um dia quando estava com umas amigas, que me aliciaram a experimentar, eu não queria, mas.... para não ser cota e me integrar no grupo lá aceitei. Primeiro era só aos fim-de-semana, usava uns algodões de outras colegas... começei pelo ponto simples. Depois aquilo já não batia e passei ao ponto inglês, e fazia aquilo todos os dias e no final já misturava com o ponto de elástico, e achei que já não podia continuar assim e tinha de parar, tinha de pedir ajuda a um ombro amigo, às TA (tricotadeiras anónimas) e felizmente consegui sair do vicio"


0 Comentários:

Enviar um comentário

Subscrever Enviar feedback [Atom]

<< Página inicial