Anuncios de brinquedos: uma forma simples de endoidecer
Nesta altura do ano como é hábito em todas as épocas natalicias, começa a avalanche de anuncios de brinquedos.
Como se os anuncios normais não fossem já suficientemente chatos e estúpidos, ainda os tinham de fazer sobre brinquedos, aí o grau de idiotice alcança proporções bíblicas, e a longa exposição a este lixo televisivo pode deixar o telespectador irritado, e em casos extremos conduzir à loucura.
O modelo deste tipo de anuncio está bem definido e estudado pelos psiquiatras:
- musica irritante (interpretadas por vozes desafinadamente agudas)
- lavagem de cerebro dos putos ( "pede já aos teus pais", "não esperes que o teu vizinho compre primeiro que tu!!! ").
- demonstração do produto (que nunca coincide com o que o brinquedo consegue fazer)
- mais música irritante ( o anuncio termina num apoteotico refrão, que julgo que seja perturbador... julgo, por que ninguém os ouve, nessa altura toda a gente já mudou de canal)
A panóplia de brinquedos é vastissima, desde bonecos que falam, comem, cagam, mijam, andam, fazem ginstica, dão peidos, arrotam; passando por carros de corrida que efectuam manobras e colisões dignas do Nascar (não admira que os portugueses sejam azelhas no volante); produtos de cósmetica para meninas "Mamã, compra-me pó de arroz que já não tenho, o joãozinho snifou-mo todo"; replicas de armamento de guerra para os meninos "Papá compra-me o kit com bazouka e sala de tortura de prisão iraquiana! É tâo fixe! "; e como não podia deixar de ser faltam os jogos de computador com os jogos mais sangrentos, o ideal para o desenvolvimento equilibrado de uma criança.
Ainda bem que o Natal é só em Dezembro... se fosse todo o ano, perderia a sua magia e encanto, e teriamos de levar com anuncios de brinquedos todos os dias.
Como se os anuncios normais não fossem já suficientemente chatos e estúpidos, ainda os tinham de fazer sobre brinquedos, aí o grau de idiotice alcança proporções bíblicas, e a longa exposição a este lixo televisivo pode deixar o telespectador irritado, e em casos extremos conduzir à loucura.
O modelo deste tipo de anuncio está bem definido e estudado pelos psiquiatras:
- musica irritante (interpretadas por vozes desafinadamente agudas)
- lavagem de cerebro dos putos ( "pede já aos teus pais", "não esperes que o teu vizinho compre primeiro que tu!!! ").
- demonstração do produto (que nunca coincide com o que o brinquedo consegue fazer)
- mais música irritante ( o anuncio termina num apoteotico refrão, que julgo que seja perturbador... julgo, por que ninguém os ouve, nessa altura toda a gente já mudou de canal)
A panóplia de brinquedos é vastissima, desde bonecos que falam, comem, cagam, mijam, andam, fazem ginstica, dão peidos, arrotam; passando por carros de corrida que efectuam manobras e colisões dignas do Nascar (não admira que os portugueses sejam azelhas no volante); produtos de cósmetica para meninas "Mamã, compra-me pó de arroz que já não tenho, o joãozinho snifou-mo todo"; replicas de armamento de guerra para os meninos "Papá compra-me o kit com bazouka e sala de tortura de prisão iraquiana! É tâo fixe! "; e como não podia deixar de ser faltam os jogos de computador com os jogos mais sangrentos, o ideal para o desenvolvimento equilibrado de uma criança.
Ainda bem que o Natal é só em Dezembro... se fosse todo o ano, perderia a sua magia e encanto, e teriamos de levar com anuncios de brinquedos todos os dias.
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